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Fotos: Carlos Corrêa
Região

Fotos: Freezer onde corpo de Valdemir foi escondido é levado para júri de Claudia

No julgamento, promotor também apresentou áudios onde a ré, após o crime, simulava preocupação sobre o paradeiro da vítima.

Luan

Luan

Fotos: Carlos Corrêa

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O julgamento de Claudia Tavares, acusada de matar o marido Valdemir Hoeckler em novembro de 2022, trouxe à tona detalhes marcantes do crime. Na Câmara de Vereadores de Capinzal, onde ocorre o júri popular, um fato chamou a atenção: o freezer onde ficou o corpo foi levado para o julgamento.

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Durante a sessão desta sexta-feira, dia 29, o promotor de justiça Diego Bertoldi apresentou provas ao conselho de sentença. Entre elas, estavam áudios gravados pela própria acusada, nos quais ela enviava mensagens para o marido já morto, simulando preocupação e tentando criar um álibi. Nas gravações, Claudia questionava o paradeiro de Valdemir e afirmava que familiares o procuravam.

O freezer posicionado ao fundo da sala serviu ainda para a exposição de outros objetos relacionados ao crime. Sobre ele, foram colocadas as cordas usadas para amarrar a vítima após a asfixia e o pano vermelho que cobriu seu rosto. O promotor destacou que a acusada demonstrou frieza ao permanecer na casa com o corpo congelado, ressaltando que ela executou o crime sem sinais de nervosismo.

Em sua fala, Bertoldi lembrou que Claudia chegou a alegar mal-estar em depoimento anterior, mas frisou que durante o assassinato não apresentou qualquer fragilidade. Segundo o Ministério Público, quando a ré prestou o primeiro depoimento à polícia, o corpo do marido já estava no freezer havia quatro dias, reforçando a acusação de que a ação foi calculada e conduzida com frieza.


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